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quinta-feira, 26 de março de 2015

Experiencia: Uma semana sem internet



Oiê!

Após 7 meses sem fazer uma postagem neste blog, voltei!!! Voltei para dizer que vou passar uma semana sem internet (totalmente! Isso inclui TUDO o que precisar de internet para ser feito).

Fui convidada pelo Diário da Região  para participar dessa experiencia, que terá inicio hoje no final da tarde, quando me encontrarei com o repórter Bruno Ferro! 

Vou digitar offline dia-a-dia da experiencia, e no final, postarei aqui ;) 
Vocês também poderão ver a conclusão no jornal acima citado. 

Meu whatsapp está em febre com tantas amiguinhas enviando mensagens de todo tipo: incentivando, desmotivando (falando de suas fixações por internet)... enfim... bora?

Até daqui uma semana!



quinta-feira, 19 de junho de 2014

O tal do inferno astral versão 2014

1 ano de blog

Há um ano atrás comecei este blog, há poucos dias do meu aniversário.

Dia 30/06 completarei 29 anos de idade e estou postando pra dizer que minha opinião não mudou sobre o inferno astral existir. Continuo achando que ele não existe, que minha vida é mesmo uma sucessão de desgraças mágoas, baixa alto estima e decepções, com alguns episódios de alegria. Dá até medo de no 3º aniversário do blog eu continuar a repetir isto.

A verdade, é que a verdade eu não posto, claro. Há um certo grau de privacidade que considero necessário manter.

Enfim, o post tá down, eu to down e só vim pra dizer que é isso! rsss
Espero que curtam os posts sobre eventos, porque essa postagem é só um pouquinho de profundidade da tal da Patrícia, e não é muito interessante.

Ah, essa sou eu, para quem não me conhece!



Obrigada de coração à todas as pessoas que acompanham, visitam, deixam comentários e sempre trazem pra cá coisas interessantíssimas. Leio tudo o que dá!

Beijokas!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Mata dos Macacos

Há algum tempo ouvi falar sobre a Mata dos Macacos e desde este dia fiquei curiosa para conhecer o local. Hoje eu e meu marido fomos até lá, mas antes, pesquisamos e encontramos um blog super legal com muitas informações interessantes, é o Gira Mundos!

A entrada que vimos no blog, continua a mesma, só que estes dois muros atualmente estão quebrados. 

Foto: Blog Giramundos – (Entrada da Mata dos Macacos em São José do Rio Preto-SP no Brasil)

Concordo que deveria haver uma manutenção do local e um controle de visitantes. As pessoas chegam até o local com alimentos para os macacos, que, muitas vezes, não é o adequado e pode prejudicar a saúde dos mesmos. No blog Gira Mundos você encontra uma pequena lista dos alimentos indicados e dos que não são indicados. 

Durante o curto período que estivemos lá, presenciamos aproximadamente 4 grupos de pessoas vindo e indo. Notamos algumas pessoas deixando no local as sacolas onde estavam os alimentos que levaram. O tempo todo você pode encontrar caixas, sacolas de plástico e papel, além de garrafas de plástico. 

Gente, se é para usufruir do meio ambiente que ainda não foi detonado pelo ser humano, vamos colaborar pela limpeza. Não vá lá para gritar (assustando os animais) e abandonando lixo. Leve de volta para sua casa e descarte da forma correta. 

Foto: Blog A tal da Patrícia – (Placa informativa da Mata dos Macacos em São José do Rio Preto-SP no Brasil)

Veja abaixo algumas das fotos que tirei no passeio


























quarta-feira, 10 de julho de 2013

Porque eu fiz jornalismo



Hoje eu conheci uma pessoinha muito inteligente, de 13 anos, pelo grupo do Facebook "blogueira ativas". Ela se chama Lara e o blog dela é o Pequeno Muffin e ela cogita a possibilidade de ser jornalista (embora eu tenha pensado que o blog dela era de uma publicitária quando abri). Então, especialmente para ela, vai este post. 

Eu sempre gostei muito de pesquisar e de escrever. Não de escrever qualquer bobeira. As bobeiras eu deixava para os meus diários (tá bom, as vezes vazava pros meus blogs pessoais). 

Em 2009 eu me matriculei no curso de Comunicação Social - Jornalismo na Unilago, aqui na minha cidade. Eu era uma das duas pessoas mais velhas da sala. Já fazia um tempo que eu tinha concluído o ensino médio e aquele ar de ensino  médio da minha turma me irritava no começo, mas depois passei a gostar da galera.

O curso era anual e no primeiro, nenhuma das disciplinas mostrava a rotina de um jornalista. Eu trabalhava em uma casa lotérica (De segunda a sexta das 7:40hs as 19hs e aos sábados das 7:40hs as 17:40hs), não tinha tempo de estudar, simplesmente assistia as aulas. Muitas pessoas passam por isso, é super complicado. Um curso de graduação exige leitura de textos, livros e elaboração de trabalhos. Bom, eu fazia todo o possível, mas era muito difícil. 

No final de 2009 eu comecei a me infiltrar no jornal Bom Dia. Eu precisava de um contato com a profissão para me motivar.  Nessa época, ninguém da minha sala ainda tinha pisado lá. Conheci o Zanetti, na época, editor chefe do jornal. Ele foi muito paciente comigo e me deixou ficar por lá observando durante todo o tempo que eu quis. As vezes eu ia aos domingos (o único dia que eu não trabalhava nem tinha aula). O que eu fazia? Transcrevia entrevistas que estavam no gravador para o editor de texto, telefonava em necrotérios para saber o nome dos falecidos da semana para publicar, juntamente com o motivo do óbito e nome dos parentes,  esse tipo de coisa. Uma vez eu fiquei até quase 2hs da manhã digitando uma entrevista de quase 3hs que fizeram com o prefeito da cidade. O gravador não era digital, foi cansativo! 

Perto do Natal, neste mesmo ano, me deixaram fazer uma coluna, que não me lembro o nome no momento. Fui com o motorista do jornal e o fotografo entrevistar um empresário da minha cidade. A matéria saiu com minha assinatura, "Patrícia Fagundes - Colaboradora" em formato de ping-pong (pergunta e resposta). Fiquei imensamente feliz. Levei uma cópia do jornal pro meu pai, que ficou muito orgulhoso. 

2010 começou! Eu queria me candidatar à estagiaria do jornal, mas estava fora de cogitação largar meu salário de caixa de lotérica para ganhar menos de um salario minimo (auxilio do estágio). No mais, eu não teria muitas chances, eles davam preferencia para alunos do terceiro ano do curso. Eu estava desmotivada, muito cansada e muitas coisas do curso passavam batidas para mim. Eu não conseguia me envolver como os outros alunos com as disciplinas e os trabalhos. Não tinha tempo, não tinha disposição. Era frustrante. No segundo semestre de 2010 eu sofri um acidente de moto e no final do semestre, sofri outro. Tudo isso colaborou para tudo desandar de vez. Eu pagava R$400,00 de mensalidade, não poderia sair da lotérica para trabalhar num local com horário menos puxado, e ganhar um salário minimo. Daí não teria o dinheiro para pagar o curso. Bom, foi aí que minha saga como estudante de jornalismo acabou. 

Eu queria ter escrito um texto mais direcionado à questão da profissão de jornalista, mas as minhas crises e frustrações foram dominantes. 


Lara (e outros leitores), primeiramente, gostaria de dizer que existem sim profissionais maravilhosos nesta área, mas existem também muitos que se corrompem. Esse tipo de coisa, eu fui notando conforme esses dois anos de curso passaram. Como em toda profissão? Sim, como em toda profissão, mas neste caso, quando você tem nas mãos o poder da mídia, é uma coisa bem séria. Já vi casos de editor (não o do Bom Dia) limar tanto o texto de um jornalista, que o sentido da matéria chega a mudar. E o nome de quem vai lá na assinatura? O do jornalista que escreveu o texto original, claro! 

A redação de um jornal é um ambiente que não dá para a minha personalidade. Não tenho tanta eletricidade! Eu derrubaria café todos os dias em cima das mesas! Escrever sob pressão? Não pra mim! Escrever com 10 ou mais pessoas conversando assuntos paralelos ao redor? Sem possibilidade para mim! Não sou dinâmica assim! Até me considero uma pessoa com um bom grau de poder de concentração, mas não tanto! 

Onde você vai trabalhar quando terminar o curso? Depende muito de onde você mora... Que jornais existem na sua cidade? Você está disposto a ir até onde as possibilidades estão? Isso é uma coisa a considerar antes de começar o curso.  Você está disposto a enfrentar qualquer uma das funções que essa profissão possibilita? Porque, de inicio, não se pode escolher muito... se não, você não consegue se inserir no "mercado". 

Eu tenho, por consequência deste meio curso que fiz, amigos jornalistas, que são ótimos profissionais, me orgulho deles! Porém, sinto vergonha alheia com muita frequência de jornalistas que vejo na TV e jornais. 

Os motivos da minha vergonha, vai render outro post... até mais!



segunda-feira, 1 de julho de 2013

Menos, bem menos...


O quanto falar

O quanto falar quando? O quanto falar o que? O quanto falar com quem?

Não é uma receita, nem uma medida pra você. 
É a medida pro meu ser. 

Ontem eu completei 28 anos, e como aprendi nesses anos sobre falar!
Ninguém me ensinou, não tive orientação, então, foi aquela velha história... a vida ensina. E ensina com pancadas; doloridas e traumáticas. 
Falei muito sobre mim para pessoas que não mereciam minha confidenciabilidade. Sim, acredite, isso existe. Não que minhas particularidades sejam lá tão importantes, mas algumas pessoas não tem sensibilidade para lhe dar com elas. Algumas pessoas não mereciam a confiança que as dei ao me abrir. 
Isso aqui renderia muitas páginas, eu não tenho o poder da síntese. Estou postando mesmo para dizer que eu aprendi algumas coisas sobre o quanto falar, como por exemplo, responder somente o que me perguntarem em determinadas situações é a melhor coisa a se fazer. Perguntar pouco se for o mais conveniente, é o que vou fazer.
Está tudo ligado ao bom senso que estou desenvolvendo para a vida que pretendo levar até os 100 anos. Aprendi também que para falar, é preciso ter o que falar. Você pode não concordar com nada disso, ou pode até concordar somente com algumas coisas, mas o importante, é você encontrar o seu o quanto falar, o seu o porque falar e o seu o quando falar.

Outra coisa...

Simultaneamente, foi mudando também a minha forma de ouvir. Falando menos, se ouve mais. E isso é o mais importante! Imensamente mais importante!
Antes, quando alguém começava a me contar uma história, eu interrompia. Nossa, e como isso é feio de se fazer! (eu acho). Hoje, eu engulo minhas palavas, e respiro fundo para terminar de ouvir. "Enquanto um burro fala, o outro abaixa a orelha". Agoooooora eu entendi rss
E como a conversa assim flui melhor... 
Esqueça se estiver pensando que sou uma pessoa cheia de regras a mim mesma. Não tenho tantas regras assim... só algumas... e se for pro meu bem, porque não?



Acho que com essa minha medida, acabei ficando um pouco mais introspectiva, mas quer saber? Me sinto bem...


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Mensagem de paz

Os 6 meses que antecederam junho foram meses de insatisfação com quase tudo o que estava acontecendo em minha vida. 
Eu tinha (como tenho ainda) a noção do que eu precisava fazer para mudar tudo, mas não via os caminhos. 
Eu sentia no corpo o quanto tudo estava me fazendo mal. 
Num certo dia,  quando eu ainda estava trabalhando no meu ultimo emprego (caixa de lotérica), meu pensamento estava longe, num lugar muito mais sereno do que aquele, quando um cliente me entregou um papel onde estava impresso o seguinte:

Se você... 

Agir com dignidade
Trabalhar no bem
Respeitar o próximo
Compreender e relevar
Tranquilizar o aflito
Não julgar
Amparar teu irmão 
Terás cumprido tua parte
Que o mestre Jesus te abençoe. 

Não tenho religião, nunca li a bíblia toda, logo, não posso acreditar no que não conheço. No entanto, mesmo que não houvesse a ultima frase no texto acima, ainda assim o mundo seria muito melhor se as pessoas cumprissem sua parte. Este pequeno texto resume as coisas que acredito. Faltou ali uma coisa muito importante: GRATIDÃO. Gratidão é uma coisa que muitas vezes deixando passar em branco. Nos esquecemos de agradecer e/ou retribuir as coisas boas que nos dão. Nem pense que estou falando de coisas materiais. Tem gente que não se dá conta do quão ingrato é com um amigo que o confortou num momento de angustia, por exemplo. 

Estou passando mesmo só para deixar essa mensagem, espero que ela faça parte de sua vida para sempre. 

O tal do inferno astral

Pra você entender o porque estou escrevendo este blog neste momento, digo que é porque estou há um dia de completar 28 anos. 
Toda vida ouvi falar sobre um tal de inferno astral, que seria instaurado nos dias próximos ao aniversário. Fiz uma breve pesquisa à la Google agora  e descobri o seguinte: 

"O período conhecido popularmente como "Inferno Astral" é o mês que antecede o aniversário de alguém. Nesta época, muitas pessoas acreditam viver momentos de angústia, depressão ou até mesmo azar, atribuindo as turbulências a alguma configuração astrológica misteriosa."

O que vem depois, é uma série de explicações "misticas" relacionadas ao sol e afins. 
Bão, eu não acredito em signos, costumo usar da minha educação quando alguém pergunta qual o meu e continuo com minha boa educação quando a pessoa quer justificar algo de como eu sou por causa do meu signo. Essa é minha forma de respeitar a opinião alheia em relação a isso. 

No entanto, hoje eu passei por um "perrengue" que só João Bibú na causa!
Poucas vezes você vai ler sobre meu cotidiano neste blog, mas é que esse tem que ficar registrado para quando eu quiser lembrar das coisas que me deixaram forte na vida (risos). 

Fui almoçar com meu marido no shopping e quando estávamos descendo as escadas para ir embora, recebi uma mensagem no celular dizendo que eu havia deixado a torneira aberta e que estava molhando todo o quarto da vizinha (moramos em ap). Simultaneamente, meu amado quis tirar o saldo de sua conta. Havia um caixa eletrônico logo ali, então lá foi ele. 

Em poucos segundos, a casa caiu! A maquina prendeu o cartão e então ficamos ao telefone tentando resolver o problema junto à agencia bancária, e o segurança do shopping procurando o disjuntor, pois desligando o caixa, segundo o atendente do banco, a maquina soltaria o cartão. Cerca de meia hora depois (lembrem-se que a água continuava a vazar lá em casa), chegou-se a conclusão que o melhor a fazer, seria cancelar o cartão e aguardar 7 dias uteis para a chegada do novo. E assim foi feito. Ao desligar o telefone, o segurança conseguiu desligar a maquina e o cartão saiu! Legal né? 

Neste momento, eu já estava atrasada para um compromisso e a água devia já estar no teto... partimos então para o lar doce lar. 
Ao passar pela portaria, o porteiro e a zeladora nos fizeram perguntas que só saberíamos responder ao adentrar no ap. Quando abri a porta, mal pude acreditar: era muita água! Água por toda parte, em todos os cômodos do ap. Tinha faca da cozinha no banheiro e areia da caixa dos gatos esparramada por todo lado.
O motivo do caos: eu havia deixado a máquina de lavar funcionando e a mangueira arrebentou (ressecada). 

Saí correndo para o compromisso e quando voltei meu marido já tinha tirado boa parte do nosso oceano particular. 
A outra boa parte ficou pra mim. Fiquei quase travada da coluna, mas terminei. Ja era quase 18hs e fui apressada do outro lado da rua comprar num novo saco de areia para a caixa dos gatos. Atravessando a rua de volta, adivinhem? Quase fui atropelada! Isso mesmo, uma senhora que deve ter comprado a habilitação dando ré aceleradamente. Cheguei a colocar a mão no carro.  Subi as escadas de casa exausta e tremendo. Parecia que havia passado um caminhão em cima de mim. 

Será esse então o tal do inferno astral? Será que eu deveria rever meus conceitos?
Continuo achando que  não!
Coisas dando errado consecutivamente já aconteceram em outros momentos da minha vida e quase sempre foram em janeiro, fevereiro, março... não necessariamente no mês do meu aniversário.